
Sozinha, num canto padeço,
De amor, de cólera... De frio
Sozinha, num canto eu tremo
De frio, de raiva, de medo
Sozinha, num canto relembro
Dos tempos distantes que outrora vivi
Da vida que em tempos vivia
Tempo, em que era feliz.
Sozinha num canto, eu choro
Por querer mais uma vez sorrir,
Por tremer de medo e angústia,
Por aqueles lindos olhos que nunca mais vi!
Sozinha num canto eu chamo
Aquele mesmo nome mais uma vez
Angelo, Angelo, ó meu querido Angelo
Que de mim eterna sonhadora e triste adorada, fez...
Sozinha num canto sonho e desejo
De ter aquele doce encanto comigo, ao menos uma única vez.
Sozinha num canto, desejando
Poder lhe retribuir o encanto
Mas nem ao menos posso lhe seguir voando
Nem recolher as lágrimas de seu pranto
Ao menos confessar-lhe meu amor,
Por isso sozinha, eu choro aqui nesse canto
Trancada em uma única dor.
Laura Ribeiro
04/06/09
De amor, de cólera... De frio
Sozinha, num canto eu tremo
De frio, de raiva, de medo
Sozinha, num canto relembro
Dos tempos distantes que outrora vivi
Da vida que em tempos vivia
Tempo, em que era feliz.
Sozinha num canto, eu choro
Por querer mais uma vez sorrir,
Por tremer de medo e angústia,
Por aqueles lindos olhos que nunca mais vi!
Sozinha num canto eu chamo
Aquele mesmo nome mais uma vez
Angelo, Angelo, ó meu querido Angelo
Que de mim eterna sonhadora e triste adorada, fez...
Sozinha num canto sonho e desejo
De ter aquele doce encanto comigo, ao menos uma única vez.
Sozinha num canto, desejando
Poder lhe retribuir o encanto
Mas nem ao menos posso lhe seguir voando
Nem recolher as lágrimas de seu pranto
Ao menos confessar-lhe meu amor,
Por isso sozinha, eu choro aqui nesse canto
Trancada em uma única dor.
Laura Ribeiro
04/06/09
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