
Você ainda se lembra daquela florzinha sem perfume, que numa tarde chuvosa eu te dei?
Será que ainda se lembra daquela florzinha singela que timidamente lhe entreguei?
Talvez nem a tenha olhado, e quando virei de costas, deve ter jogado-a fora.
Aquela simples florzinha amarela.
Hoje, apenas um corpo morto e ferido,
Por ter sido desprezada.
Aquela linda florzinha
Símbolo do meu amor, que como ela,
Hoje se encontra revirado em meio à terra podre
Deste meu coração.
Um amor embolorado que tanto o desejou...
Em vão.
Será que ainda se lembra daquela florzinha singela que timidamente lhe entreguei?
Talvez nem a tenha olhado, e quando virei de costas, deve ter jogado-a fora.
Aquela simples florzinha amarela.
Hoje, apenas um corpo morto e ferido,
Por ter sido desprezada.
Aquela linda florzinha
Símbolo do meu amor, que como ela,
Hoje se encontra revirado em meio à terra podre
Deste meu coração.
Um amor embolorado que tanto o desejou...
Em vão.
E agora, o que restou?
Um passado frio, remoto
Que a mim, não mais pertence
Por ter sido arrancado impiedosamente, a apenas algum tempo de contemplação.
Um amor que não mais me cabe senti-lo,
Mas que teimosamente prefere habitar um peito ferido,
Que sabe como guardá-lo, assim como esse meu.
Do que permanecer num peito gélido e calculista, insensível e cretino.
Assim como esse seu.
Um passado frio, remoto
Que a mim, não mais pertence
Por ter sido arrancado impiedosamente, a apenas algum tempo de contemplação.
Um amor que não mais me cabe senti-lo,
Mas que teimosamente prefere habitar um peito ferido,
Que sabe como guardá-lo, assim como esse meu.
Do que permanecer num peito gélido e calculista, insensível e cretino.
Assim como esse seu.
Laura Ribeiro
ADOREI teu poema!!! Flores murchas são sempre uma ótima metáfora para designar nosso coração, murcho sem o amor de quem tanto amamos.
ResponderExcluirGostei muito
Bjus
me identifiquei...
ResponderExcluircoitado de mim, uma flor murcha anêmica, sem pétalas... T.T
gostei... ^^
\o