"Minha mente está cheia e eu estou transbordando" [Ira!]
"Acho que mais me imagino do que sou, ou o que sou não cabe no que consigo ser." [Ferreira Gullar]
"Quem fala em flor não diz tudo. Quem fala em dor diz demais. O poeta se torna mudo sem as palavras reais." [Ferreira Gullar]


- Não importa se é sem sentido, não importa se é sem significado. O importante é que escrevo e assim alivio. Seja bem-vindo ao meu mundo e voe por meus versos! Dê os devidos créditos e assim terá um mundo inteiro de palavras onde viver. Esse é meu mundo e se quiser fazer parte dele é só me seguir...

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9 de setembro de 2012

Um pouco mais amargo, por favor



Antes que pense que isso tudo aqui são indiretas e palavras engasgadas, eu quero que saiba. São mesmo.

Sempre que escrevia algo que não era direcionado a você de fato, você vinha com paus e pedras nas mãos, e ainda me acorrentava em seus arames farpados como se fosse bom me acusar de palavras que me surgiram apenas, e não foram sentidas de verdade por mim. O que você  não entende é que tenho alma de poeta, e como tal escrevo a vida, os seus dissabores e doçuras. E a vida não sou só eu e você. Há outras pessoas no mundo,se lembra? Pessoas que amam, sentem, alegram e sofrem também. E muitas vezes, é pensando nessas pessoas que escrevo, desabafo infortúnios roubados e que me inspiram assim ilegalmente. Tudo bem, não são meus sentimentos então não me dê créditos, por favor.

É tão triste como você só decidiu enxergar minha poesia agora, que acabou. E não me venha com “ah eu não sabia”, porque de um jeito ou de outro eu fazia de tudo para que visse, para que descobrisse. E quando lhe mostrei você disse algo como “vou ler depois” e nada. E enquanto lhe foram direcionadas poesias, contos e amores, sem comentários, críticas, reclamações ou “obrigado, amor”. Nada.

Agora você me vem com: “por que disse tudo aquilo? Não precisava ser tão cruel”, ou talvez nem fosse isso o que queira ter dito, mas assim fica mais poético e ácido de se dizer, sabe? Sim, transformei nossos infortúnios em conto também. Mas dessa vez sem dramas e nem uma linha sequer de ultra-romantismo, por que quer saber? Cansei. Dessa vez não citarei Álvares nem outros tão belos amantes, porque é só um desabafo mesmo, inspirado em brigas e desalentos. Desencantos e desafetos. Mas que são meus e seus e por isso posso dar os créditos a mim mesma, mas as consequências eu deixo todas a você.

Não quero resposta, nem briga. É um desabafo, e só!

6 de junho de 2011

sorry...

hoje vim para me desculpar. desculpar-me ao mundo por ser tão insana às vezes, e usar de minha sanidade exatamente quando é necessário usar de minha loucura. desculpar-me por não corresponder às expectativas alheias. desculpar-me por me desculpar. hoje vim não para falar de amores e desilusões porque ultimamente isso já não me inspira tanto mais. e peço desculpas por isso também.
hoje vim para me desculpas àqueles que ainda lêem esse blog na esperança de encontrarem algo novo e que lhes desperte a atenção, lhes aguce os sentidos e o desejo de 'quero mais'. desculpo-me por nunca cumprir com o prometido de continuar uma história. desculpo-me por ter parado de escrever O coração da Fênix. minha imaginação não anda fértil nesses ultimos tempos e por isso me desculpo. ah, e me desculpem por não usar letra maiuscula depois dos pontos. minha escrita ficou assim, espero que me perdoem por isso.
mas querem saber?? todo mundo tem essa fase de erros e desconcertos. talvez seja essa a minha fase desconcertante e errônea... já não prometo postar coisas novas porque não tenho certeza de quando a inspiração me pegará de surpresa novamente. e me desculpem meus amigos por eu não visitá-los em seus cantinhos que tanto admiro. escrava da universidade me tornei. agradeço aos selos que ganhei e peço desculpas por não te-los postado. nem sei se conseguirei, mas agradeço a todos.
despeço-me com estas palavras simples e sincerar. obrigada meus amigos, até um outro dia. voltarei sim, quando a inspiração resolver entrelaçar meus dedos novamente.
abraços...

Laura Ribeiro

8 de maio de 2011

o que fazer?

hoje acordei sem rumo,sem direção. Coisas para se fazer, liguei o piloto automático e simplesmente, fiz todas. Pessoas falavam comigo e eu não as ouvia, mas respondia todas. À noite nada para se fazer e tanto a se completar. o que fazer quando não se quer dizer, o que dizer quando não se quer calar?
o que podemos fazer quando descobrimos que somos uma mentira? um ponto incompleto no nada? o que fazemos quando descobrimos ser apenas um tipo de aventura dos nossos pais, e mais nada? o que fazemos quando somos um bastardo qualquer na vida de um estranho que te olha com espanto... em sonhos, vertigens, ilusões... no nada?
o que fazer quando se quer expor o que se sente, quando o peito explode e ao mesmo tempo se fecha? o que fazer quando nem palavras podem lhe aliviar a dor? o que fazer para se calar uma mente em cansaço supremo?
o que fazer quando você não sabe nem mesmo que é... quando sua história não importa porque na verdade, não é a sua história mas sim a que criaram pra você? o que fazer... quando você é fruto de uma aventura? de uma mentira? de uma dor? de uma despedida? o que fazer...?




Desculpem os erros, a formatação... tudo. Apenas escrevi, só isso, mais nada.
Laura Ribeiro

9 de fevereiro de 2011

Carta de alforria

Voe, chegou a hora... é inútil continuar se debatendo nesta gaiola de flores.
Voe, eu te liberto... já cansei de todas as tentativas vãs para manter-te em meus braços.
É a liberdade que queres, é a liberdade que terás!
O amor não deve ser usado para aprisionar... Eu compreendo, então vá!
E não olhe para trás...
Não queira ver meu reflexo abatido, feito em pedaços, ferido
Vá, não me queira olhar de volta
Ou verás uma borboleta sem asas, um Anjo que já não pode voar
Verás um poeta sem as palavras que tanto lhe ajudaram a sonhar!
Voe, eu estou a libertar-te de meu amor.
Perdoe-me por te amar!
Eu sei de minha tolice, e me entrego ao desespero
Já não quero o teu alento, a tua amarga companhia
Tenho a distância, o vento, a melancolia.
Tu interpuseste um muro de silêncio entre nós
Protegeste-o com espinhos pontiagudos de palavras duras
Sabes que não aguentaria o desprezo!
Então, voe... Para outros braços se é o que desejas
Vá e não tornes a olhar meu triste semblante
Não escarres na boca que inutilmente o beija!


Bem, surgiu do nada isso ai... Ia escrever sobre algo totalmente diferente, mas inspiração não se joga fora. Desculpe pelos erros, concordância e até não levar em consideração o quesito Pessoa. Enfim... Vali-me apenas do que saia de meus dedos e de meu coração, não usei de raciocínio, então perdoem essa minha alma poetisa.
Laura Ribeiro

17 de novembro de 2010

Colapso

As lágrimas saltam de meus olhos qual vítimas de um incêndio a saltarem do prédio em chamas, ansiando por ar, ou apenas um refugio que seja mais seguro.
Desculpe-me tal comparação grotesca. Não me veio nada mais agradável a mente.

7 de fevereiro de 2010

Mero desabafo

Esses tempos ando escrevendo compulsivamente. É inacreditável como vejo algo que prende minha atenção e minutos depois já tenho várias linhas escritas sobre esse 'algo'. Alguns textos ficam somente como linhas embaraçadas e sem nexo, outros tornam-se cheios de sentimentos e mensagens...

8 de outubro de 2009

Snuff

Hoje bateu uma tristeza que não sei de onde veio... talvez pelo tempo chuvoso que me traz recordações não tão felizes, ou por ter batido uma insegurança.
Deparei-me com um novo amor.
E eu que achei que fosse somente um encanto...

7 de setembro de 2009

Adeus, amigo...


Incrível minha capacidade de fazer tudo errado.
Incrível minha facilidade em arruinar a minha vida e a vida de todos ao meu redor.
Por que um amor surge quando outro ainda nem se extinguiu dentro de nosso peito?

17 de fevereiro de 2009

MEDO..


Sinceramente, eu ando um tanto preocupada
e por incrível que pareça, a preocupação é comigo, mais precisamente com minha vida.
Eu estou com medo, na verdade, muito medo...

29 de janeiro de 2009

A chuva cai lá fora...

A chuva cai lá fora,
E eu aqui, a observar pela janela na quietude dessa tarde cinzenta.
A água que cai representa minhas lágrimas recolhidas, engolidas com todo amargor que guardei por tanto tempo.

14 de dezembro de 2008

Fechando-me..


Fechando-me para o mundo
Fechando-me para a luz
Fechando-me para mim mesma...
Recuperando meu ser de dentro de um outro desprezível

10 de novembro de 2008

Não se desculpe


Não se desculpe, o erro foi meu

E se há algum culpado aqui, esse alguém sou eu

Não sei se devia estar sentindo isso

Acho que esse sentimento fica meio nas entrelinhas

22 de junho de 2008

Seu fantasma assombra-me..

Me sinto só.. mas sei que não estou pois levo a dor de ainda amar-te comigo...
Mas talvez um dia me liberte completamente de você
Sei que você não gosta de mim

Lápides.. choros.. súplicas


Se eu gritar bem alto até não suportar mais, será que melhora...
Essa angústia, esse aperto aqui dentro..?
Cada vez mais apertado, está me sufocando..

17 de junho de 2008

Desabafando novamente..


Quem vê acha que é feliz.. mas só ela sabe que não é bem assim como funciona dentro de si.




Falta de imagens dá nisso!
Fotos minhas espalhadas pelo blog! Yeh!
Mas então, o que acontece é que como sempre ando confusa!!!
Sei que ninguém lê meus lamentos então é por isso que escrevo, escrevo, escrevo!
Minha caixinha de segredos.. um grito perdido no meio do deserto de almas feridas, assim como a minha!

7 de junho de 2008

Carta da despedida




Estou indo, e desta, talvez não volte
Estou te deixando, e talvez, não o queira de volta
Estou apagando você de meu passado,
e talvez eu não queira resgatá-lo das profundezas do esquecimento...

4 de maio de 2008

Grande desabafo..




Estou angustiada..
Não sei o que há comigo..
Sinto- me triste.. infeliz.. vazia
Não sei o que há de errado comigo,